Aumento da conta de luz pode interferir no preço da carne

Nos últimos meses houve um aumento na taxa cobrada por Watts consumidos, isso afeta bastante o bolso dos brasileiros não só nas contas de luz que vem todos os meses, mas também afetará no preço da carne e de vários outros produtos diversos que precisam de alguma fonte de energia externa para se manter.

Segundo o Sindiaçougue, a tarifa da carne de boi vem se mantendo estável, sem tantas alterações de preço nos últimos meses, mas já é possível analisar que partes da carne que são menos compradas, já tiveram uma alteração no seu preço, como o chamari do boi que está custando R$ 25,90 o quilo.

As partes mais compradas, como a paleta e o acém, continuam com a mesma faixa de preço, indo até R$ 40 dependendo da loja que você vai comprar.

Como acontecerá o aumento do preço da carne devido à energia?

Para tentar manter os custos do consumidor, o aumento não será extremo de acordo com as bandeiras de energia elétrica, será adicionado pelo menos R$ 1 por quilo da carne que irá comprar.

Aumento da conta de luz pode interferir no preço da carne
Fonte/Reprodução: Original

O presidente do Sindiaçougue afirma que os meses finais do ano são os mais quentes, ao excluir dezembro, por isso, o custo para manter conservada as carnes no açougue será bem maior, pois terá um gasto bem maior de energia. 

Mesmo com todo esse impacto de aumento de preços para o armazenamento das carnes vermelhas e a previsão do presidente, é válido colocar em mente que essas projeções de custo, vão se comportar de acordo com a movimentação dos valores de mercado.

O aumento no preço da carne vermelha em 2021

Desde o último ano, no qual o preço da carne bovina subiu em até 18%, esta ainda continua a registrar altos preços nos locais de venda, principalmente devido aos problemas com clima que estamos sofrendo nos últimos tempos e uma elevação no custo de produção e manutenção dos bovinos.

A soma dos últimos 12 meses, faz um total de 29,5% no preço anterior da carne. 

As três partes bovinas com um maior aumento nos últimos meses foram: lagarto com uma variação de 3,6%, em seguida a alcatra com 3,05% e por fim coxão mole com uma alteração de 2,92% no seu preço normal.

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