Economia criativa: como funciona?

Saiba o que é a economia criativa, como funciona e o que ela pode trazer em tempos de crise financeira. Quando o assunto é falta de produtividade, crise econômica, desempregos, empresas e microempresas podem conferir essa alternativa.

A economia criativa é um termo autoexplicativo, que coloca a economia junto da criatividade. Ela se mostra como solução para qualquer negócio e setor. Afinal, ter criatividade é praticamente uma essência na administração empresarial, para assim trazer novas soluções e continuar a tocar o comércio com a economia criativa.

Criar um produto, gerar empregos, desenvolver novas metodologias. Podemos muito bem usar a economia criativa para gerar mais renda. Interessado em saber como essa área da economia funciona e como usá-la em tempos turbulentos? Continue com a leitura e entenda.

O que é economia criativa?

Imagine colocar a criatividade como fator central do seu negócio, onde o que motivará a criação de serviços e produtos serão as ideias criativas. Isso é economia criativa. 

O que é economia criativa?
Fonte/Reprodução: original.

Sendo que você poderá, inclusive colocar os valores de seus produtos que vão atrair mais pessoas. Esse é um dos pontos interessante da economia criativa, pois você trabalha com produtos e serviços que passam mensagem conforme o processo de criação.

Então o valor do que será comercializado virá da propriedade intelectual, das ideias engenhosas dos usuários da economia criativa. Quanto mais criativo mais valor terá.

Como a economia criativa afeta o crescimento econômico? 

A estratégia de economia criativa já faz sucesso a um bom tempo, inclusive em diversos países. Tanto que consegue movimentar a economia em diversos setores, principalmente para trabalhadores formais.

A indústria criativa no Brasil já conseguiu gerar bilhões de reais (R$ 171,5 só em 2017) e ainda com uma representatividade de quase 1 milhão de trabalhadores formais, segundo dados do Firjan. 

Outra pesquisa, desta vez pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, compara a economia criativa com o ranking de PIB, onde teria a quarta posição com 4,3 bilhões de dólares.

E a economia criativa continua a afetar o crescimento econômico, com cerca de 145 milhões de empregos formais no mundo, principalmente na China, EUA e Europa.

No Brasil, a economia criativa tem tudo para ser o setor que mais cresce. Isso porque mesmo com crises, falta de infraestrutura e de investimentos, a criatividade das pessoas nunca se esgotam.

Qual é o impacto da economia criativa na sociedade? 

Nosso país está entre os melhores quando falamos de impacto da economia criativa na sociedade. Isso porque podemos gerar experiências culturais únicas a partir das ideias dos empresários e seus funcionários.

Qual é o impacto da economia criativa na sociedade? 
Fonte/Reprodução: original.

É possível usar essa modalidade e impactar as pessoas ao transformar novas ideias em um produto. É possível alcançar o sucesso com a criatividade e ter ganhos sociais e econômicos, ao proporcionar mais trabalho, crescimento e competitividade.

Mas o fator de destaque no impacto da economia criativa na sociedade é a inclusão, que reúne pequenos empreendedores, artesãos, artistas, e muitos outros grupos sociais.

Quais são os desafios?

Assim como temos ótimos levantamentos sobre a economia criativa, também é preciso atentar aos desafios antes de você entrar no negócio ou aplicar na sua empresa.

Vulnerabilidades existem em qualquer indústria, mas para sobreviver ao ritmo real as empresas devem entender que é preciso mais do que a criatividade. O empreendedor de economia criativa precisa ter qualidade em seu produto e serviço.

Plataformas, streaming, games, aplicativos e outros exemplos de inovação podem oferecer uma entrada exclusiva ou padronizada, ou então, mais universal. É preciso conectar o público alvo ao produto de sua economia criativa.

Quais são as principais indústrias da economia criativa? 

Com o objetivo de lhe direcionar melhor na vasta oportunidade na economia criativa, listamos alguns setores ou nichos para explorar. Veja estes exemplos:

  • Música;
  • Artes Cênicas;
  • Literatura e mercado editorial;
  • Artes Visuais ou Audiovisual;
  • Games;
  • Animação;
  • Softwares;
  • Publicidade e Propaganda;
  • Rádio e TV;
  • Moda;
  • Design;
  • Arquitetura;
  • Cultura popular e turismo histórico;
  • Gastronomia;
  • Artesanato;
  • Entretenimento;
  • Eventos.

Não há limites de setores ou indústrias da economia criativa, e a internet é a maior ferramenta. Aliás, não citamos antes, mas a tecnologia é o setor mais valorizado e rentável.

As empresas brasileiras estão cada vez mais tecnológicas (indústria 4.0) e fazem fusões interessantes. Profissionais de tecnologia tem seu espaço garantido na economia criativa, como no desenvolvimento de apps, softwares, big data e internet das coisas.

Bem como profissionais artísticos, produtores audiovisuais, cineastas, etc.  Somente no Brasil, possuímos infinitas experiências e enorme potencial devido à cultura, musicalidade, diversidade e criatividade de seu povo.

Use economia criativa tanto para gerar renda principal, ter uma profissão à base disso, como também para impulsionar sua empresa de qualquer outro nicho.

Afinal, você pode conferir o que é a economia criativa, como funciona, alguns números impressionantes e entender como ela tem potencial de atrair ótimos negócios e impactos positivos na sociedade.

Encontre mais dicas sobre economia criativa e muitas outras áreas para elevar suas finanças aqui no nosso portal.

Leia também:

Comentários fechados

Os comentários desse post foram encerrados.